• Telescópios Hubble e Webb, da NASA, registram a Nebulosa Cabeça de Gato em Carina

    Hubble e Webb observaram a Nebulosa Cabeça de Gato, um pilar de poeira dentro da Nebulosa de Carina. Segundo a NASA, o formato do pilar provavelmente foi esculpido pela radiação ultravioleta e pelos ventos de estrelas massivas.

    Os telescópios espaciais Hubble e James Webb, da NASA, captaram imagens da Nebulosa Cabeça de Gato, uma pequena área da Nebulosa de Carina a cerca de 7.500 anos-luz, cujo contorno lembra um gato de costas, segundo a NASA.

    De acordo com a NASA, a radiação ultravioleta e os ventos de estrelas massivas provavelmente esculpiram esse formato ao longo do tempo, enquanto o material mais denso do pilar resistiu à erosão até agora.

    Na imagem em luz visível do Hubble, um pilar escuro de poeira exibe um olho brilhante que pode ser uma estrela jovem parcialmente envolta em poeira; a imagem do Webb no infravermelho próximo mostra muitas estrelas e galáxias tênues ao fundo.

    Por que importa

    Segundo a NASA, as visões complementares dos dois telescópios estão ajudando astrônomos a estudar a formação de estrelas em uma estrutura temporária que acabará se dispersando.

    Afirmações e fontes
    1. c4

      Segundo a NASA, Hubble e Webb observaram a Nebulosa Cabeça de Gato, uma pequena região dentro da Nebulosa de Carina a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, apelidada assim por parecer um gato de costas para o observador.

    2. c6

      A NASA afirma que a radiação ultravioleta e os ventos de estrelas massivas provavelmente moldaram a nebulosa, enquanto o material mais denso do pilar resistiu à erosão até agora.

    3. c7

      Segundo a NASA, a imagem em luz visível do Hubble mostra um pilar escuro de poeira, e seu olho vermelho brilhante pode indicar uma estrela jovem parcialmente envolta em poeira.

    4. c10

      A NASA diz que a imagem do Webb no infravermelho próximo mostra numerosas estrelas e também galáxias tênues ao fundo.

    5. c5

      A NASA afirma que a nebulosa é uma estrutura temporária que acabará se dispersando e que as visões complementares dos telescópios ajudam os astrônomos que estudam a formação de estrelas.

    Fontes originais

    1. NASA
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